quarta-feira, 18 de julho de 2012

Quatro juízes do Fórum Eleitoral de Campina Grande solicitam tropas federais.


Juízes de Campina Grande solicitam tropas federais
Sete candidatos estão na disputa pela Prefeitura de Campina Grande: Alexandre Almeida (PT), Arthur Almeida (PTB), Daniella Ribeiro (‘Para Campina crescer em paz’), Guilherme Almeida (‘Campina Grande Ideal’), Romero Rodrigues (‘Por amor a Campina’), Sizenando Leal (Psol) e Tatiana Medeiros (‘Campina segue em frente’).   

 A solicitação também abrange os distritos de São José da Mata e Galante. Além disso, as tropas também poderão atuar nas cidades de Lagoa Seca (dois candidatos), Massaranduba (dois candidatos) e Boa vista (dois candidatos), que são atendidas pelo fórum de Campina Grande. Os requerimentos ainda estão tramitando no TSE e depois serão enviados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para aprovação.  
 De acordo com o juiz da 17ª Zona Eleitoral, Ruy Jander, o pedido de envio de tropas federais para atuar nas eleições de Campina Grande, teve por base a necessidade de reforço da segurança, porque a cidade já possui um histórico de acirramento político, com tensões durante oi período.  
 “Sabemos que o acirramento nas eleições de Campina Grande é corriqueiro e que necessita da participação das tropas federais para o reforço da segurança. Desde as eleições de 2004 que isso já vem acontecendo aqui na cidade e por isso decidimos encaminhar logo a solicitação das tropas, assim como aconteceu nos anos anteriores. A PM não é suficiente para conter o clima durante o período eleitoral e por isso, estamos aguardando a decisão do TRE e do TSE sobre o nosso pedido”, explicou. 
 Segundo o juiz, no documento encaminhado pelos quatro magistrados da 16ª 17ª, 71ª e 72ª zonas de Campina Grande não estipulou a quantidade de homens que seriam necessários para o reforço da segurança na cidade e que este procedimento será tomado após a aprovação do pedido.  
 “Encaminhamos as solicitações ao presidente do TRE, desembargador Marcos Cavalcante e agora, ele encaminhará ao TSE, que é quem aprova e envia as tropas. Após o a aprovação, vamos decidir como será o esquema de segurança, quantos homens, quais os bairros com maior demanda, junto ao comando do Exército,
Fonte: Jornal Correio

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